Volume II · Cena 17 de 30
O nariz da provadora


O nariz descobre os aromas
Cheiramos o azeite suavemente.
O seu aroma pode lembrar-nos a erva, o tomate ou a amêndoa.
Estas recordações de aromas chamam-se notas aromáticas.
Não adicionámos estes alimentos ao azeite.
@ A.D.O.S. INTERNATIONALA história
No encontro seguinte, uma provadora mostra os copos usados no seu trabalho. Prepara-os e avalia o azeite seguindo um método. Procura características e possíveis defeitos com o olfato e o gosto. Sami aponta para o nariz no desenho. «Também recolhe informações?» «Sim», responde Neri. «Mas o trabalho da provadora exige treino e regras.» Ada anota as palavras frutado, amargo e picante junto de símbolos simples. Curiosone retoma as palavras da provadora. «O frutado tem a ver com aquilo que sentimos com o nariz. São aromas que lembram azeitonas sãs e frescas, verdes ou maduras. O amargo é um sabor. O picante é uma sensação de picada.» Aponta para os símbolos um a um. «Podem ser leves ou mais intensos. São coisas diferentes, não três nomes da mesma sensação.»
Leo queria ganhar o concurso do melhor nariz. Tila lembra-lhe que não estão a fazer um concurso. Rumo ouve a descrição da especialista.
Uma impressão pessoal e uma avaliação profissional podem falar do mesmo azeite, mas não são a mesma coisa.
Vamos conversar
O que usa a provadora para avaliar o azeite?
Uma resposta possível
A provadora avalia aromas, sabores, sensações e possíveis defeitos com um método. O frutado sente-se com o nariz; o amargo é um sabor; o picante é uma picada. O controlo profissional exige treino e regras.
Uma pequena atividade
O nosso caderno — Desenha um nariz e uma boca ao lado da palavra prova. Basta observar a demonstração: não é necessário beber azeite.